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Cortes no orçamento deixam Forças Armadas preocupadas

À frente de um governo que coloca o Brasil como colônia de Donald Trump, Jair Bolsonaro decidiu destruir até os projetos mais estratégicos das Forças Armadas: a compra dos caças e o submarino nuclear. Eles eram considerados cruciais para a proteção dos campos do pré-sal, mas os campos estão sendo entregues às petroleiras estrangeiras. Militares apoiaram liquidação da Previdência esperando receber recursos de se deram mal.

247 – À frente de um governo que coloca o Brasil como colônia de Donald Trump, Jair Bolsonaro decidiu destruir até os projetos mais estratégicos das Forças Armadas: a compra dos caças e o submarino nuclear. Eles eram considerados cruciais para a proteção dos campos do pré-sal, mas os campos estão sendo entregues às petroleiras estrangeiras. Militares apoiaram liquidação da Previdência esperando receber recursos de se deram mal.



Os cortes bolsonaristas atingem em cheio a Defesa e orçamento é o menor desde 2005 e já se registra insatisfação entre integrantes do alto comando das Forças Armadas. A informação é dos jornalistas Leandro Prazeres e Ana Clara Costa em O Globo.

Com Bolsonaro e Mourão oriundos do Exército, a expectativa entre os militares era que, mesmo em um quadro de ajuste fiscal, seus projetos fossem considerados estratégicos para o país. Os militarem também esperavam que seu apoio à liquidação da Previdência Social fosse encher seus cofres. Contavam com uma retomada dos investimentos nas Forças Armadas — plano que, hoje, está fora do radar da Economia. A equipe econômica, na avaliação de alguns militares, não enxerga os projetos estratégicos da Defesa como empreitadas importantes.




Os recursos previstos no Orçamento da União de 2020 para as principais ações da área militar registraram queda média de 35% em relação a este ano. Em 2019, a previsão é que esses programas consumam R$ 4,1 bilhões. No ano que vem, o governo estima os gastos em R$ 2,6 bilhões. Entre os mais afetados pelos cortes estão o programa de submarinos da Marinha, o desenvolvimento de blindados do Exército e a aquisição de caças pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Bolsonaro com militares

A queda nos recursos reflete um aperto orçamentário que se estende por todo o Ministério da Defesa — a previsão para o ano que vem, de R$ 73 bilhões, é a menor desde 2005, quando foram destinados R$ 69,9 bilhões (em valores corrigidos pela inflação do período). O corte nos projetos estratégicos é, percentualmente, maior do que a queda total do orçamento do ministério da Defesa para 2020, de 31,7%.

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