Depois de aumentar em 650% verba para editora da VEJA, revista põe Marcela Temer como esperança




Depois de aumentar em em 605% a verba  para a Editora Abril, ligada a VEJA, eis que a revista para melhorar popularidade de Temer, coloca Marcela Temer como esperança do governo Temer/PSDB:

A tentativa da revista Veja de atenuar a rejeição dos brasileiros em relação ao presidente Michel Temer foi por água abaixo; a publicação trouxe na última capa a primeira-dama Marcela e, como de costume, destacou o estereótipo da mulher bonita, discreta e dedicada aos cuidados com a família; os próprios leitores do veículo consideraram a atitude exagerada e encheram o Facebook da Veja de comentários depreciativos

Revista Fórum – A tentativa da revista Veja de atenuar a rejeição dos brasileiros em relação ao presidente Michel Temer foi por água abaixo. A publicação trouxe na última capa a primeira-dama Marcela e, como de costume, destacou o estereótipo da mulher bonita, discreta e dedicada aos cuidados com a família.



A expressão “bela, recatada e do lar”, usada pela revista em outra reportagem sobre a esposa de Temer, gerou críticas à defesa de um padrão de comportamento incompatível com os dias atuais, em que a mulher luta por igualdade entre os gêneros e por espaços antes considerados masculinos.

A matéria mais recente mostra fotos de Marcela no salão de beleza e nos tempos em que atuava como modelo. O texto ressalta o empenho do Palácio do Planalto em usá-la para melhorar a imagem do governo, inclusive a submetendo a treinamentos para lidar com a agenda pública do marido.

No entanto, mesmo com todo esse apelo midiático para alçar Marcela ao posto de “queridinha dos brasileiros”, a reação foi inversa. Os próprios leitores do veículo consideraram a atitude exagerada e encheram o Facebook da Veja de comentários depreciativos.

“Essa revista é uma piada. O que vai aumentar a popularidade de Temer é quando ele renunciar urgentemente”, escreveu um seguidor. “É sério? Os desempregados vão ficar olhando pra ela e enchendo a barriga”, ironizou outro. “Parabéns Veja! Vocês acabaram de provar que a canalhice não tem limites. Tem preço!”, protestou um terceiro.




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