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Governo suspendeu multa de R$ 27 milhões de consórcio com empresa de ex-mulher de Wassef

24/06/2020

”Siga o dinheiro” e você entenderá os interesses e o que está por trás das coisas.  O consórcio que tinha entre seus participantes a empresa Globalweb Outsourcing, fundada por Cristina Boner Leo, ex-mulher do advogado Frederico Wassef, que escondeu Queiroz em sua casa, teve multa suspensa pelo governo Jair Bolsonaro.




O governo Jair Bolsonaro suspendeu multa de mais de R$ 27 milhões de consórcio que tinha como um dos integrantes, a empresa da ex-muher de Frederico Wassef. A mesma empresa que recebeu mais de R$ 41 milhões do governo Bolsonaro.

A multa de R$ 27,1 milhões aplicada ao consórcio que era integrado pela empresa da ex-mulher de Wassef, foi por uma contratação feita em 2014 com o consórcio, porém o consórcio não entregou os serviços listados pelo Dataprev. A informação é do jornal O Globo.




O consórcio MG2I foi contratado para elaborar um sistema de tecnologia para a Dataprev até 2015 e o prazo foi em um primeiro momento até 2016. Os serviços, porém, não haviam sido entregues até abril de 2018. A Dataprev, então, rescindiu o contrato, “assim como suspender o direito de licitar e de contratar de todas as empresas participantes deste consórcio”, e aplicar uma multa no valor total de R$ 21,7 milhões.

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A multa no entanto foi suspensa pelo governo Bolsonaro e o contrato foi prorrogado até outubro deste exercício, diz a reportagem de O Globo. No dia 15 de março  de 2019, Bolsonaro suspendeu a multa, quando Frederico Wassef, já era advogado do senador Flávio Bolsonaro.

A Dataprev informou que o caso está em análise e nega que tenha havido interferência política.



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“Wassef viveu em união estável com Cristina Boner Leo desde 2011 e diz estar separado dela há dois anos. No dia da prisão do ex-assessor de Flávio Fabrício Queiroz, na casa do advogado em Atibaia (SP), Wassef estava na casa de Cristina, em Brasília.” diz a reportagem de O Globo.

Wassef afirmou que abrigou Queiroz em seu imóvel em Atiabaia, interior de São Paulo, por ”razões humanitárias”. Segundo informações da Polícia, Queiroz estava lá a cerca de um ano, o advogado devido ao escândalo abandonou a defesa do caso  do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

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