Após delatar e acusar Lula, Palloci deve sair da cadeia, afirma Gleisi Hoffmann

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou nesta segunda-feira, 26, que o ex-ministro Antonio Palocci deverá deixar a prisão, após fazer acusações contra o ex-presidente Lula em delação premiada premiada com a Polícia Federal; “Palocci deve sair da prisão por estes dias. Já fez o serviço sujo, delatou mentiras contra o Lula. Mentiras q ñ foram homologadas via MP. Agora foram via PF. Moro não sossegou enquanto não conseguiu isso. Começam a vazar os novos trechos da delação pra sacanear Lula. Muito triste”, disse Gleisi pelo Twitter




247 – A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou nesta segunda-feira, 26, que o ex-ministro Antonio Palocci deverá deixar a prisão, após fazer acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em delação premiada premiada firmada com a Polícia Federal.

“Palocci deve sair da prisão por estes dias. Já fez o serviço sujo, delatou mentiras contra o Lula. Mentiras q ñ foram homologadas via MP. Agora foram via PF. Moro não sossegou enquanto não conseguiu isso. Começam a vazar os novos trechos da delação pra sacanear Lula. Muito triste”, disse Gleisi pelo Twitter.



Faltando uma semana das eleições presidenciais do primeiro turno, o ex-juiz federal Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça do governo eleito de Jair Bolsonaro, liberou o sigilo da delação de Palocci em que ele faz acusações contra Lula e contra a presidente deposta Dilma Rousseff.

No depoimento feito por Palocci à Polícia Federal em abril deste ano, há acusações variadas: as campanhas presidenciais do partido em 2010 e 2014 custaram na verdade, ele diz, 1,4 bilhão de reais, um valor bem acima do declarado à Justiça Eleitoral; houve algum tipo de propina em 90% das medidas provisórias editadas pelos governos Lula e Dilma Rousseff; e a exploração do pré-sal foi desenhada “para garantir o futuro político do país e do Partido dos Trabalhadores.”

Antonio Palocci foi condenado pelo juiz Sergio Moro, que comandou os processos da Operação Lava-Jato em Curitiba, a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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