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Bolsonaro evita imprensa após morte de miliciano ligado a Flávio

O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) evita a imprensa, após a morte do miliciano e ex-capitão do BOPE, Adriano da Nóbrega, nesse domingo (9) na Bahia. Bolsonaro avisou nessa manhã da segunda (10) que não iria conversar com a imprensa, como ele sempre faz todos os dias. Ele afirmou que não conversaria com os jornalistas, porque suas declarações poderiam ser “deturpadas”. O miliciano tinha ex-esposa e mãe trabalhando no gabinete de Flávio Bolsonaro e recebia parte do esquema da rachadinha do gabinete de Flávio.




Mostrando um certo nervosismo, Jair Bolsonaro avisou que não conversaria com os jornalistas na manhã desta segunda-feira (10) ao deixar o Palácio da Alvorada, como faz todos os dias.

O presidente alegou há “uma série de problemas no Brasil”, e disse que não conversaria com os repórteres porque sua fala seria “deturpada”.




“Pessoal, tem uma séria de problemas no Brasil, gostaria de compartilhar com vocês, mas como será deturpado e isso acabará dificultando a solução, então lamento, mas não vou falar nada com vocês, tá bom?”, disse.

Adriano da Nóbrega foi defendido por Jair Bolsonaro, quando ainda era deputado federal, quando Adriano havia sendo condenado por Homicídio. O senador Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ) também prestou homenagens ao miliciano, que é considerado chefe da organização criminosa Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel e de uma das milícias mais antigas do estado do Rio de Janeiro.

Adriano relatou ao seu advogado, que temia ser morto em uma “queima de arquivo”. Adriano foi morto, na madrugada desse domingo (9) na Bahia, no sítio de um vereador do PSL, ex-partido de Bolsonaro.



O MP afirmou que Adriano da Nóbrega ficava com parte do esquema de rachadinha do gabinete de Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ) e tentou obstruir investigação sobre o esquema de Flávio.

Adriano tinha a mãe  e ex-esposa no gabinete de Flávio.

Bolsonaro ao dizer que não queria conversar com a imprensa, no dia de hoje, também afirmou:

“O dia que vocês, com todo respeito, transmitirem a verdade será muito salutar em conversar meia hora com vocês”, afirmou, saindo logo após, apoiado por apoiadores.

Adriano é suspeito também de envolvimento na morte de Marielle Franco (PSOL-RJ).

Com informações da Revista Fórum

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