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Flávio Bolsonaro é chefe de quadrilha que desviava dinheiro, aponta MP

O Ministério Público do Rio de Janeiro, subiu o tom e agora acusa Flávio Bolsonaro de ser chefe de organização criminosa, quadrilha que desviava dinheiro público. Um documento do Ministério Público do RJ detalha um suposto esquema de corrupção que envolve o Senador Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ) e que ele seria chefe de uma organização criminosa, segundo provas.




O documento do Ministério Público, diz que a organização criminosa que supostamente Flávio Bolsonaro comandaria, atuou de 2007 a 2018 e era destinada a desvio e lavagem de dinheiro.

Os promotores dizem que Queiroz arrecadou grande parte da remuneração dos funcionários fantasmas de Flávio Bolsonaro.




O MP descobriu que Queiroz recebeu em sua conta 2 milhões de 13 assessores de Flávio Bolsonaro.

E acusa o Senador de ter lavado também mais de R$ 1 milhão de reais em sua loja de chocolate.

Os promotores afirmam que, apesar do que já disse, “Fabrício Queiroz não agiu sem o conhecimento de seus superiores hierárquicos, já que ele próprio alegou em sua defesa que retinha os contracheques para prestar contas a terceiros”.

Segundo o MP, uma das mensagens teria chamado a atenção: “Você pode me informar o valor que foi depositado este mês para eu prestar contas.”

O MP diz que a conversa era com Danielle Mendonça, ex-mulher de Adriano da Nóbrega, miliciano acusado de ser o chefe de organização criminosa, conhecida como Escritório do Crime e um dos suspeitos de matar Marielle.

A ex-esposa e mãe de Adriano, estavam no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Queiroz e Adriano tentaram “embaraçar”/obstruir a investigação de rachadinha no gabinete de Flávio.

Danielle, acabou exonerada e comentou com uma amiga sobre a origem do dinheiro possivelmente  ilícita:

“Eu já vinha há um tempo muito incomodada com a origem desse dinheiro na minha vida. Sei lá. Deus deve ter ouvido”.

A investigação diz que Flávio Bolsonaro é o chefe de quadrilha e que havia pelo menos 4 núcleos




A divisão de tarefa era assim: quem nomeava, os operadores financeiros, as pessoas que aceitavam os cargos em troca de devolver parte dos salários, e o núcleo que lavava dinheiro.

Caso as acusações contra Flávio sejam provadas, ele terá muito com o que se preocupar…

Com informações do G1

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