Folha em editorial sugere que Bolsonaro é submisso a Trump

Em editorial, o jornal Folha de S. Paulo chama a atenção para a subserviência da política externa de Jair Bolsonaro; sob forte inspiração trumpista, o governo eleito incorre, segundo o jornal, em um revanchismo precário sem se dar conta de que a esquerda já deixou o poder há mais de dois anos; o editorial perpassa as trapalhadas recentes do bolsonarismo, desde as viagens de Eduardo Bolsonaro aos EUA até a discussão “inexistente” (porque inconstitucional) sobre a troca da embaixada em Israel
Em editorial, o jornal Folha de S. Paulo chama a atenção para a subserviência da política externa de Jair Bolsonaro; sob forte inspiração trumpista, o governo eleito incorre, segundo o jornal, em um revanchismo precário sem se dar conta de que a esquerda já deixou o poder há mais de dois anos; o editorial perpassa as trapalhadas recentes do bolsonarismo, desde as viagens de Eduardo Bolsonaro aos EUA até a discussão “inexistente” (porque inconstitucional) sobre a troca da embaixada em Israel
247 – Em editorial, o jornal Folha de S. Paulo chama a atenção para a subserviência da política externa de Jair Bolsonaro. Sob forte inspiração trumpista, o governo eleito incorre, segundo o jornal, em um revanchismo precário sem se dar conta de que a esquerda já deixou o poder há mais de dois anos. O editorial perpassa as trapalhadas recentes do bolsonarismo, desde as viagens de Eduardo Bolsonaro aos EUA até a discussão “inexistente” (porque inconstitucional) sobre a troca da embaixada em Israel.
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O texto destaca ainda pontos polêmicos do novo governo brasileiro: “a face constrangedora dessa conduta subalterna já se manifestou antes de o governo ter início. Por exemplo, na viagem aos EUA do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito, que aproveitou a ocasião para posar com um boné com a inscrição “Trump 2020″, em referência ao próximo pleito naquele país.”
E arrisca indicar um caminho: “devem-se, sim, prestigiar valores fundamentais, como a democracia, os direitos humanos e a autodeterminação dos povos. É preciso defender tais convicções, todavia, nos canais e fóruns diplomáticos adequados, evitando-se atos espetaculosos e inconsequentes que coloquem em risco as relações pacíficas e os interesses comerciais.”
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