Para maior jornal da França, Brasil pode se tornar reino dos idiotas com Bolsonaro

O Brasil, governado por Jair Bolsonaro, corre o risco de virar uma “idiocracia”, diz um artigo publicado pelo jornal francês Le Monde; a publicação avalia o nível intelectual do mandatário e compara a situação do País ao filme “Idiocracy”, comédia que mostra um futuro em que os EUA seriam um país dominado pela ignorância; a idiocracia brasileira é o governo dos ignorantes, dos idiotas



247 – O Brasil, governador pelo presidente Jair Bolsonaro, corre o risco de virar uma “idiocracia”, diz um artigo publicado pelo jornal francês Le Monde. A publicação avalia o nível intelectual do mandatário e compara a situação do País ao filme “Idiocracy”, comédia que mostra um futuro em que os Estados Unidos seriam um país dominado pela ignorância. A idiocracia brasileira é o governo dos ignorantes, dos idiotas.

O texto faz referência a um artigo do jornalista Hélio Schwartsman publicado no jornal Folha de S.Paulo questionando se Bolsonaro é inteligente. De acordo com a publicação do jornal francês, a situação do Brasil evoca preocupações “ligadas ao nível intelectual de Bolsonaro, à frente do Estado desde 1º de janeiro, e têm a ver com o caos que o presidente mantém, alimentando-se de controvérsias triviais e vulgares nas redes sociais, atacando a cultura, as ciências sociais e humanas, cortando orçamentos universitários e mantendo uma obsessão marcante com assuntos fálicos em detrimento do avanço de reformas cruciais”.




O Monde também cita as polêmicas envolvendo filhos de Jair Bolsonaro e o “guru” do governo, Olavo de Carvalho, que “divulgou a suposição de que a Terra seja plana”. Foram reforçadas “as questões sobre a bagagem intelectual do chefe de Estado, temendo que o Brasil esteja prestes a se tornar uma “idiocracia'”, diz a reportagem.

De acordo com o Le Monde, pode ser perigoso questionar a racionalidade do governo. “O nível intelectual de Bolsonaro é questionado pela imprensa e alguns de seus compatriotas, mas o caos que ele mantém pode ser parte de sua estratégia política”, diz.