em Economia

Contas do governo Bolsonaro tem rombo recorde de R$ 417 bilhões

30/07/2020

 

Apesar de Bolsonaro ser a “promessa” do mercado contra o PT, seus resultados mostram um governo sem rumo: rombo recorde no primeiro semestre do ano, com projeções de déficit que chegam a R$812 bilhões.




O maior rombo de déficit primário em 24 anos, aliás o maior rombo da série histórica desde o seu início em 1997.

E de acordo com secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, o rombo pode chegar a R$ 812 bilhões no ano, um recorde.




Atualmente o governo teve um rombo nas contas/déficit primário de R$ 417 bilhões apenas no primeiro semestre do ano.

Só para comparar no mesmo período de 2019 o rombo foi de R$ 29,311 bilhões.

De acordo com o Secretário de Fazenda, a expectativa é que o Brasil chegue ao final do ano com uma dívida bruta de 94,7% do PIB e uma dívida líquida de 67,2%.
 

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De acordo com o G1, o rombo recorde está relacionado ao aumento de despesas para combater o novo coronavírus.
 

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E claro no embalo disso, eles querem propor novas PECs e corte de direitos da população, sem mexer claro no andar de cima, nos ricaços.



Assim também o governo se move para tentar diminuir impostos sobre bancos e sistema financeiro.

E ao mesmo tempo tenta criar um imposto sobre transições digitais, que alguns chamaram de CPMF digital.

Assim como no passado falaram que a reforma trabalhista, traria empregos e não teve o resultado esperado, como Temer mesmo reconheceu.

Agora no entanto, voltam com as mesmas promessas de cortes para a economia “voltar a andar”.

E não é apenas isso, a equipe econômica propõe algumas mudanças como contratos de trabalho por hora, o que pode inclusive influenciar o FGTS e 13º salário.

Igualmente prometeram melhorias para economia com a reforma da previdência.

O país é bom lembrar, já estava em crise antes mesmo do coronavírus, de acordo com comitê do  FGV.

Portanto trata-se de mais uma maldade que pode ser justificada com o rombo recorde nas contas públicas.
 

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