Queiroz não é procurado pela PF, porque não há ordem judicial

Da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo:

Amanhã, completa oito meses desde a última aparição de Fabrício Queiroz. Na ocasião, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi entrevistado pelo SBT e disse que a movimentação financeira detectada pelo Coaf era “fruto da compra e venda de veículos usados”.



Na entrevista, que aconteceu em São Paulo dias antes de ser operado de um câncer no hospital Albert Einstein, Queiroz se definiu como “um cara de negócios”. Desde então, tomou Doril e… sumiu.

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A propósito, Queiroz não está sendo procurado pela PF como muitos supõe ou divulgam. Simplesmente, porque não há qualquer ordem de caráter judicial para tal.