em Economia

Governo permite que empresas cortem salários e jornada pela metade devido coronavírus

A conta do coronavírus e da pandemia que foi desprezada por Jair Bolsonaro, vai ser dos pobres. O Ministério da Economia em vez de proteger os trabalhadores brasileiros, baixa medida que permitirá que as empresas cortem pela metade o salário e a jornada dos seus funcionários, sim isso mesmo, salário será cortado pela metade. Segundo o Ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, a medida é para “preservar os empregos”. No entanto advinha quem pagará essa conta ao fim.




O governo que fez pouco caso do coronavírus, até poucos dias, com Bolsonaro afirmando até que não passava de uma fantasia da mídia e pequena crise, agora jogará o peso da conta do COVID-19 nos pobres.

Agora o governo permitirá empresas que cortem pela metade a jornada de trabalho e o salário de seus empregados.




As regras valerão para o período de emergência, mas provoca reações de advogados, trabalhadores, parlamentares e outros.

A permissão para isso valerá até 31 de dezembro de 2020.

O Ministério da Economia anunciou nesta quarta-feira (18/3) a medida, que terá que ser negociada entre o trabalhador e o patrão. A redução será proporcional: o desconto no salário será correspondente ao número de horas que deixarão de ser trabalhadas. A empresa não poderá diminuir o valor pago por hora ao trabalhador.



Juízes do trabalho criticam a medida e acham a medida precipitada.

A proposta irá para o Congresso como medida provisória e vem recebendo imensas críticas de parlamentares que não são alinhados ao governo.

Ciro Gomes (PDT-CE) diz que o povo não deve aceitar isso sob hipótese alguma.

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) afirmou que a medida irá penalizar os mais pobres  e diz que as pessoas não devem aceitar esse novo absurdo do governo.

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Com informações da Folha de São Paulo

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